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O Supremo Tribunal
Administrativo confirmou a decisão do Tribunal de Castelo Branco
que rejeitou a providência cautelar interposta pela Fundação
Mariana Martins contra o encerramento do bloco de partos de
Elvas, dando razão à decisão do ministro da Saúde.
O bloco de partos do Hospital de Elvas fechou no início
de Junho do ano passado, por decisão do Ministro da Saúde que
baseou esta resolução num relatório de peritos que apontava
problemas de segurança graves para as parturientes e os
recém-nascidos.
Antes do fecho do bloco, mas após tomar conhecimento da
decisão ministerial, a Fundação Mariana Martins, que gere a
maternidade do Hospital de Elvas, avançou com uma providência
cautelar contra este encerramento, que o Tribunal de castelo
Branco rejeitou.
Já depois do encerramento da maternidade, a 27 de Junho
do ano passado, a Fundação Mariana Martins recorreu
judicialmente para a "instância superior" desta decisão do
Tribunal de Castelo Branco.
O Supremo Tribunal Administrativo pronunciou-se na
terça-feira sobre este recurso, tendo negado o seu provimento e
confirmado "a decisão [do Tribunal de Castelo Branco]
recorrida".
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