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A Câmara Municipal de Palmela está preocupada
com o estado de degradação em que se encontra a Ponte do
Zambujal e também com o facto de ainda estar a circular viaturas
automóveis na Ponte do Zambujal, mesmo após a colocação de
diversos sinais de perigo.
Durante a semana dedicada à freguesia de Marateca, a
presidente da autarquia, Ana Teresa Vicente, não querendo tomar
medidas precipitadas, como é o caso do encerramento da ponte, a
autarca, explicou que “a sinalização é retirada do local”, mas
mesmo assim, a câmara municipal continua a recolocar os
respectivos sinais de perigo.
Apesar da obra de recuperação da Ponte do Zambujal não ser da
responsabilidade da autarquia palmelense, o executivo camarário,
vai tentar criar mais soluções alternativas de acesso ao
Zambujal, isto porque a Refer, entidade responsável pela ponte
entende que esta “já deixou de ter utilidade” e por isso não irá
investir na sua recuperação.
Recorde-se que a Ponte do Zambujal já está interdita à
circulação automóvel a alguns anos, contudo continua a ser “o
acesso mais fácil “ por parte da população, uma vez que estão a
cerca de um quilómetro de Águas de Moura.
Devido aos perigos que o estado de degradação da ponte poderá
apresentar, a Câmara Municipal de Palmela criou um percurso
alternativo, para o transporte de crianças, bem como dos
diversos serviços da responsabilidade da câmara municipal como é
o caso da recolha de lixo, contudo trata-se de um percurso que
deixa a população afastada do centro da aldeia, em cerca de dez
quilómetros.
Reconhecendo que não é a melhor solução, devido à
distância, a autarca assegura que é o percurso mais seguro.
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