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Em época de Páscoa, quando o
borrego é "rei" à mesa dos alentejanos, a carne congelada,
importada, a preços baixos, de países como a Nova Zelândia,
Reino Unido e Austrália, está a prejudicar os criadores da
região.
Apesar de associar criadores de ovinos de todo o Sul do país,
o Baixo Alentejo é a área de maior influência da ACOS e onde se
concentram a maior parte das explorações associadas.
No que toca à mesa dos alentejanos, os pratos à base de carne
de borrego dominam na altura da Páscoa, um período aproveitado
para, em muitos concelhos, promover semanas gastronómicas
temáticas nos restaurantes locais.
É o caso de 70 restaurantes da região de Beja cujas ementas,
a partir de sexta-feira, durante a Semana Gastronómica do
Borrego, vão servir pratos com carne daqueles animais
confeccionada de "mil e uma maneiras".
A iniciativa, promovida pela Região de Turismo Planície
Dourada (RTPD), envolve, até dia 12, restaurantes de todos os
concelhos do distrito, do interior de Barrancos à praia de Vila
Nova de Milfontes (Odemira).
Também Reguengos de Monsaraz (Évora) está a apostar, até
domingo, numa Semana Gastronómica do Borrego, com pitéus em 25
restaurantes do concelho, numa iniciativa promovida pela Câmara
Municipal.
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