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município de Aljustrel e a GNR vão sensibilizar os idosos para
se prevenirem das burlas, habitualmente praticadas por falsos
funcionários bancários, da segurança social ou da companhia de
telefones.
Os que se intitulam funcionários bancários, costumam pedir para ver
o dinheiro com o argumento de que há notas que já saíram de
circulação. Outros falsos funcionários de bancos querem ver se
as pessoas têm notas falsas.
A GNR já registou também casos de falsos funcionários de empresas
de electricidade e de telefone, que alegam a necessidade de ver
os contadores para entrar em casa das pessoas, sobretudo das
mais idosas.
Noutros casos são “burlões” que se apresentam como funcionários da
segurança social para “conquistar” a confiança das pessoas e que
procuram, sobretudo, idosos que vivem em zonas isoladas para
praticar o chamado “conto do vigário”.
Apesar dos “casos esporádicos” de burlas na zona, o município
alentejano de Aljustrel e a GNR iniciaram hoje uma série de
sessões de esclarecimento em todas as freguesias do concelho
para sensibilizar a população, sobretudo a mais idosa, para as
tentativas de “trapaça”. As sessões de esclarecimento pretendem
sensibilizar os idosos para se prevenirem das burlas, mas, caso
aconteçam, saberem o que devem fazer.
As sete sessões de esclarecimento sobre burlas começaram hoje na
vila de Aljustrel e vão estender-se até ao final da semana por
todas as freguesias do concelho. A iniciativa surgiu depois de
uma auscultação feita junto da população idosa, que concluiu
serem as burlas umas das maiores preocupações.
Por outro lado, a GNR local está a apostar num policiamento de
proximidade, com a intervenção do efectivo que ocupa funções
administrativas. Em Aljustrel, a GNR criou um núcleo de idosos
em segurança, em que o pessoal administrativo, sempre que
possível, desenvolve policiamento na rua, sobretudo junto da
população mais idosa.
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